Choro na Feira


    “...uma das mais importantes manifestações musicais urbanas...” (Elton Medeiros)


    ...de Ignez Perdigão (cavaquinho) veio a grande ideia: “Tenho que tocar nesta praça”. A ela se
    juntaram Marcelo Bernardes (sax tenor e clarineta), Franklin da Flauta (flautas), Domingos
    (Bilinho) Teixeira (violão 7 cordas), Clarice Magalhães (percussão) e Matias Correa
    (contrabaixo acústico), formando o grupo Choro na Feira, que em pouco tempo fez da feira da
    rua General Glicério um local tradicional da cena musical carioca, frequentado por um grande
    público e também por músicos de alto nível que prestigiam o evento muitas vezes, com
    saborosas “canjas”.

    Já em 2001 o Choro na Feira recebeu o prêmio Urbanidade do Instituto dos Arquitetos do
    Brasil pelo exemplo de ocupação de espaço público com benefício social e cultural.

    Em 2001 o grupo cumpriu temporada em South Bend e Chicago (EUA), apresentando-se na
    Notre Dame University, em escolas de ensino médio, feiras e no night club Chicago Rooster
    Blues com sucesso absoluto.

    Em 2002 participou da série Rio Choro na Sala Baden Powell, Choro no BNDES, em diversos
    eventos nacionais e internacionais, como o 17º World Petroleum Congress, em circuitos de
    choro no SESC no Rio de Janeiro e outras cidades, eventos patrocinados por diversas
    prefeituras e secretarias de cultura, Ministério das Relações Exteriores, Universidade Federal
    do Rio de Janeiro, Centro Cultural Banco do Brasil, Rádio MEC, Sindicato dos Músicos
    Profissionais do Rio de Janeiro.

    Participou em gravações dos artistas Célia Malheiros (EUA), Paulinho Moska e Mart’nália,
    Hermínio Bello de Carvalho, Mario Lago. Atração do Carioca da Gema – pioneira na
    revitalização da Lapa - por sete anos, inaugurou o Rio Scenarium, na Lapa, lá permanecendo
    por dois anos.

    Em 2004 foi homenageado no projeto Choro no SESC/Fulô Cultural pelo Dia Nacional do
    Choro. Participou em 2005 do Festival de Inverno SESC em Nova Friburgo, Petrópolis e
    Teresópolis.

    Em 2006 recebeu, na feira, da Câmara Municipal da Cidade do Rio de Janeiro a Medalha de
    Mérito  Pedro Ernesto em cerimônia inusitada, de vez que "a Câmara foi à feira" por iniciativa
    do vereador Eliomar Coelho. Também em 2006 foi indicado para concorrer ao Prêmio TIM.

    Atração do Ipatinga Jazz Festival  em 2007.

    Em 2009 o Choro na Feira fez shows em Israel (Tel-Aviv, Jaffa) a convite da Embaixada do
    Brasil.
    Em 2011 o Choro na Feira fez turnê no Caribe, com shows em Barbados e Jamaica, a convite
    das Embaixadas do Brasil nestes países.

    O CD Na Cadência do Samba, lançado simultaneamente com o livro homônimo de Haroldo
    Costa em 2000, tem recebido as melhores críticas no Brasil e no exterior e encontra-se
    esgotado. O  segundo CD, Choro na Feira, lançado em 2003, co-produzido por Luiz Brasil é
    todo autoral, chorão e moderno e é um sucesso de crítica e vendas e também está esgotado. O
    terceiro, Maxixes, pitombas e afins, co-produzido por  Bia Paes Leme e lançado em 2005, com
    composições novas e bem brasileiro. Capa: ilustração de Cássio Loredano.

    O quarto CD, Pedra Riscada, co-produzido por Luiz Brasil, segue a linha autoral, com
    diversidade de gêneros e foi lançado em Dezembro de 2011.